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Bilhete Único: a salvação

Junho 3, 2005

ou A incrí­vel arte de pegar ônibus errados

O transporte público de São Paulo é bastante confuso (pelo menos para a minha cabecinha de cidade pequena): existem milhares de linhas com o mesmo nome, mas que fazem caminhos diferentes. E acho que não preciso dizer que eu sempre pego a linha que não vai para onde eu quero ir e tenho que dar voltas e mais voltas até conseguir retornar à  minha rota. Ainda bem que dona Marta pensou nas pessoas atrapalhadas como eu e inventou o tal de Bilhete Único — é essa é a primeira providência que eu te aconselho a tomar a partir do momento em que se mudou pra Sampa. Pelo menos com “a salvação”, eu posso passear por todos os pontos — turísticos ou não — da cidade sem precisar pagar os 2 reais da passagem infinitas vezes.

Um comentário

  1. O número da linha é fundamental. Já passei por isso algumas vezes, a última foi outro dia mesmo e eu tive que andar ums bons 400 metros a mais. Número da linha, olho nele. Se não fosse importante, não existiria.



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