“Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer a verdadeira companhia.”
(Nietzsche)

“Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer a verdadeira companhia.”
(Nietzsche)

and suppose i never met you
suppose we never fell in love
suppose i never ever let you kiss me so sweet and so soft
suppose i never ever saw you
suppose we never ever called
suppose i kept on singing love songs just to break my own fall
just to break my fall…
[fidelity - regina spektor]

às vezes bate uma vontade danada de jogar todo esse arquivo fora. mas dali dois minutos eu desisto. porque senti muito, sorri muito, chorei muito, sofri muito. curti cada cena, cada fala, cada lágrima, todos os sorrisos.
todos esses sentimentos contraditórios e ao mesmo tempo complementares são meus. porque vivi tudo isso que faz parte do que sou. do que fui até chegar aqui. são como as fases de um jogo de videogame em que a gente vai lutando e perdendo as forças, começando tudo de novo, vencendo desafios, descobrindo outros caminhos e ganhando poderes. porque eles sempre vêm, é certo.
acordar todos os dias e pensar sobre onde estou e todo o caminho que ficou para trás só me faz mais forte e me dá confiança para seguir em frente. pois hoje sei que sou capaz, competente. sei o que quero e aonde quero chegar. aprendi que o meu destino sou eu quem faço. e sabe? não dependo de ninguém para conseguir.
talvez seja isso o crescer, o amadurecimento, a sabedoria chegando. coisa boa de se sentir, afinal. felicidade existe, sim, e não depende de ninguém. auto-estima? auto-confiança? auto-conhecimento? não sei ao certo. só sei que é tudo muito bom.
enfim, mais uma fase completa.
eu consegui. eu sou capaz.
EU SOU FELIZ!

“eu vou me acumulando, me acumulando, me acumulando… até que não caibo em mim e estouro em palavras.”
[clarice lispector, mais uma vez]

welcome to my world,
won’t you come on in
miracles, I guess
still happen now and then
step into my heart
leave your cares behind
welcome to my world
built with you in mind
knock and the door shall be opened
seek and you will find
ask and you’ll be given
the key to this heart of mine
Iill be waiting there
with my arms unfurled
waiting just for you
welcome to my world
welcome to my world

“O que eu devo fazer para cativar você?”, perguntou o Pequeno Príncipe.
“Você deve ser muito paciente”, disse a raposa. “Primeiro você vai sentar a uma pequena distância de mim e não vai dizer nada. Palavras são as fontes de desentendimento. Mas você se sentará um pouco mais perto de mim todo dia.”
Então o Pequeno Príncipe cativou a raposa.
(…)
“E agora eu vou contar a você um segredo: nós só podemos ver perfeitamente com o coração; o que é essencial é invisível aos olhos. Os homens têm esquecido esta verdade. Mas você não deve esquecê-la. Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa.”
[Saint-Exupéry]

if i kiss you where it’s sore
will you feel better, better, better
will you feel anything at all?

ando leve como a brisa. cansada, sim – das pessoas, do mundo, das injustiças e das incompreensões. e ainda assim leve.
consciência tranqüila, coração sossegado, pensamentos organizados. como diria aquele famoso e bonitinho funk: eu só quero é ser feliz.
e ponto final.